4.10.14

Losing It - Capitulo 28 - Último


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ELE ME BEIJOU FORTE e demorado o suficiente que eu pude provar mais dele na minha boca do que de mim mesma. Eu enfiei as minhas unhas nos seus ombros, porque eu aprendi que cada vez que eu fazia, ele pressionava seu quadril mais firme contra o meu.

 Se ele não fosse cuidadoso, eu iria extrair sangue logo.

 Suas mãos subiram alisando meus lados, causando tremores pela minha pele quando ele passou pelos lugares sensíveis. E finalmente, uma mão moveu-se dando a volta nas minhas costas, alcançando o fecho do meu sutiã.

 Seus lábios deixaram os meus para o oco do meu pescoço. Seu queixo, mais uma vez coberto com barba por fazer roçou na parte superior dos meus seios.

 Eu arqueei em direção a ele ao mesmo tempo em que o encaixe do meu sutiã se desfez. O ar frio endureceu meus mamilos em pequenos botões, e eu sofri por ele me tocar. Ele disse uma vez que nós poderíamos pertencer um ao outro, e eu não queria nada mais naquele momento. Joe beijou uma descendente entre meus seios, suas bochechas roçando levemente sobre os cumes. Eu enfiei minhas unhas nele novamente, e seus quadris pressionaram para baixo ao mesmo momento que ele pegou um seio na sua mão e o outro na sua boca. Algo despertou embaixo da minha pele, e eu gemi, contraindo-me contra ele como resposta.

 Ele rolou um mamilo entre seus dedos, e o outro ele apertou levemente entre seus dentes, e eu pude sentir a escuridão rastejando na minha visão.

 Palavras fluíram da minha boca, algumas familiares, outras não.

 A última na qual foi —, Eu amo você.

 Ele se ergueu de mim com um sorriso. — Se eu soubesse que era fácil conseguir que você admitisse como se você sente, eu teria feito isso há muito tempo.

  Meu cérebro estava além de responder com palavras. Ao invés disso, minhas mãos encontraram seu cinto. Eu o desafivelei, e depois sacudi abrindo o botão do seu jeans.

 Seu sorriso atrevido desapareceu agora.

 Lentamente, eu abaixei o seu zíper, e o som por si só fez um gemido se erguer na minha garganta. Eu empurrei para baixo seu jeans e boxers juntas. Quando ele se afastou para retirar suas calças completamente, eu aproveitei o momento para deslizar minha calcinha para baixo e retirá-la, e apanhar um preservativo da minha gaveta.

 Quando ele olhou para cima, ele congelou por um segundo de choque, como se ele tivesse acabado de perceber como séria eu estava. Ele se recuperou rapidamente, e mergulhou para um beijo.

 — Você sabe que eu amo você, certo?

 — Eu sei. — Eu disse a ele. Eu não acho que eu teria feito isso se eu não soubesse disso. Era o que eu precisava. É o que tornou o medo, e o nervoso toleráveis.

 Ele me beijou novamente, e seus dedos encontraram minha entrada. Ele escorregou dois dedos para dentro ao mesmo momento em que sua língua encontrou a minha. Ele começou lentamente, depois seus beijos aceleraram juntamente com seus dedos. Eu apertei seus ombros, minhas unhas arranhando levemente, e fui recompensada com um entortar dos seus dedos dentro de mim.

 Eu gemi, rompendo nosso beijo.

 Seus lábios retornaram novamente ao meu peito, colocando leves beijos como penas em todo o lugar que ele podia alcançar. Eu podia sentir a pressão se construindo fraca no meu núcleo, e eu arrastei sua cabeça de volta para cima até mim. Ele pressionou sua testa contra a minha, nossos lábios se tocando, mas não se beijando, depois sua palma pressionou para baixo contra mim, e uma explosão inflamou embaixo da minha pele. Com uma sequência de fogos de artifícios, meu mundo detonou em explosões de luz e cores.

 O mundo estava se unindo e desmoronando em pedaços atrás dos meus olhos fechados, e minha boca ainda estava aberta em um grito silencioso. Eu senti seus beijos abaixo da minha orelha, e eu estendi a mão para ele, envolvendo meus braços no seu meio.

 O comprimento dele pressionou contra mim, e todo o meu corpo estremeceu em resposta.

 — Você tem certeza? — Ele perguntou novamente.

 Meu cérebro não sabia como manter a cabeça calma no momento, então eu disse —, Por favor, Deus, sim.

 Houve uma sensação de apertão, não prazerosa, mas o resto do meu corpo estava tão relaxado para realmente pensar muito sobre a dor. Ele me beijou enquanto ele se empurrava para dentro, depois parou com um gemido.

 — Oh Deus, Demi.

 Todo o seu corpo estava tenso em cima de mim. Eu podia sentir as linhas pronunciadas dos seus músculos flexionadas nos seus ombros, em seus braços apoiados de cada lado meu. Eu podia sentir isso no ardente peito pressionado contra mim. Eu me distraí da dor seguindo àquelas linhas com meus olhos e mãos.

 Depois de alguns momentos, ele respirou fundo e me contemplou. Ele me acalmou primeiro com seus lábios, e depois com sussurros de ―amor‖ e ―linda‖ e ―perfeita.‖

 Ele ficou completamente imóvel uma vez que ele estava lá dentro, esmagando seus lábios contra os meus. Meus membros pareciam um pouco como gelatina, então eu apenas me enrolei nele, segurando-o tão firmemente quanto eu pude.

 Ele saiu, apenas um pouco, antes de empurrar novamente para dentro.

 Eu respirei bruscamente, mordendo meu lábio contra a pontada de dor. 

 Os lábios de Joe capturaram aquele lábio inferior entre os seus, tranquilizando, cuidadosamente.

 — Você está bem? — Ele perguntou.

 Eu assenti, não tendo certeza se eu não conseguia falar.

 — Você precisa que eu pare?

 Eu neguei com minha cabeça. Isso não era o que eu queria. Eu queria que ele sentisse o que eu tinha sentido antes. Eu queria abraçá-lo quando ele desabasse em meus braços.

 Ele repetiu a ação, e dessa vez, não foi muito doloroso assim como desconfortável.

 — Continue —, eu sussurrei.

 Joe enterrou sua cabeça na curva do meu pescoço, arrastando sua boca sobre o ponto pulsante conforme ele empurrava para dentro e para fora. A próxima vez eu estava coerente o bastante para inclinar meu quadril para cima e encontrá-lo no meio do caminho. Sua resposta foi um gemido que eu senti por todo o caminho descendo os meus dedos dos pés.

 Sua boca memorizou a pele do meu pescoço e ombros enquanto nós desenvolvíamos um ritmo entre nós. Algo pressionou e se arrastou dentro de mim, e cada vez que nossa pele se conectava, eu sentia a pressão construir um pouquinho mais. Sua mão cobriu meu seio, e eu senti o prazer serpentar abaixo do meu centro ao lugar onde nossos corpos se encontravam.

 Eu fechei minhas pernas ao redor dos seus quadris e o puxei mais perto de mim. Seu ritmo gaguejou por um momento, seus olhos fechados, ele era lindo conforme ele tentava se segurar.

 Todo o meu corpo estava se expandindo dentro do círculo dos seus braços.

 Ele começou a se mover novamente depois de um momento, e dessa vez ele estendeu uma mão entre nós. Eu tinha me preocupado sobre como ele tinha que ser tão bom nisso antes, mas agora eu estava muito ocupada colhendo os benefícios. Eu estava tão perto, e cada músculo em mim estava apertado. Eu enfiei minhas unhas nos seus ombros uma última vez, meu favorito truque novo, e seu quadril se posicionou para frente.

 — Demi. — Ele disse entre dentes.

 Eu apenas envolvi minhas pernas mais apertadamente contra ele, e rolei meus quadris para cima. Sua cabeça caiu ao meu pescoço, seu hálito quente contra a minha pele. Ele impulsionou para frente novamente tão forte que todo o meu corpo se contraiu e prazer derramou sobre o meu corpo tão rápido que minha visão ficou desigual. Seu corpo se enrijeceu contra o meu, seu rosto ainda pressionado no meu pescoço, seus braços me embalando. Eu ergui seu rosto para o meu, observando enquanto seus olhos se apertavam fechados e sua boca caía aberta, e todo o seu corpo estremecia
sobre o meu.

 Quando seus olhos se abriram, eles ainda estavam escuros, mas focados em mim. Ele pressionou um beijo na minha testa, depois em cada bochecha, e finalmente em meus lábios.

 — Eu amo você —, nós dizemos juntos.

 Ele escorregou para fora de mim, e eu imediatamente estendi a mão para ele, sentindo sua falta, sentindo falta da forma com que nós nos encaixávamos. Ele se instalou ao meu lado e me reuniu em seus braços. Eu deitei minha cabeça em cima do seu peito, onde eu podia ouvir seu coração. Que estava apenas tão rápido quanto o meu. Ele entrelaçou nossos dedos, e pressionou sua bochecha no topo da minha cabeça.

 Era perfeito.

 Eu estava cheia de perfeitos momentos hoje.

 E eu não tinha certeza se o que eu diria a seguir tornaria isso ainda mais ou arruinaria tudo, mas eu percebi que não pensar muito funcionava muito bem com Joe. Quando minha respiração se acalmou, eu disse —, Eu vi apartamentos na Filadélfia.

 — Você viu?

 Eu assenti, ainda insegura sobre o que ele estava pensando.

 — Eu sei que nós ainda não falamos sobre isso —, eu comecei. — Mas eu tenho feito um pouco de reflexão, e eu decidi que eu quero me focar em atuação, não em gestão de palco, e desde que eu não posso pagar por Nova Iorque, a Filadélfia parece um bom lugar. Quero dizer, eu não fiz nenhum plano definitivo. Eu só tenho feito algumas pesquisas. Sabe, vendo alguns teatros, audições próximas, apartamentos, e empregos diurnos, esse tipo de coisas. Mas se você não acha que seja uma boa ideia, eu não tenho que—   — Pare bem aí, faladora maluca.

  Isso era uma péssima ideia. Eu tinha acabado de arruinar um ótimo momento... como eu sempre fazia. Seriamente, eu ia inventar algum tipo de máquina para me dar choque ou me socar no rosto sempre que eu fizesse merdas assim. Seria como condicionamento, e talvez eventualmente eu aprendesse a fechar a maldita boca. Sua mão encontrou minha mandíbula, e inclinou meu rosto para cima na sua direção. Seu polegar roçou meu lábio, e seus olhos contemplaram os meus.

 — Eu acho que você amaria a Filadélfia —, ele me disse.

 A luz estava brilhando novamente na forma do seu sorriso, e eu relaxei em seus braços.

 — Mas não se preocupe sobre pesquisar apartamentos. Você pode ficar comigo enquanto você procura por um lugar.

 Seu rosto estava cuidadosamente construído – as linhas suaves, seus lábios fechados e repousando em algum lugar perto de um sorriso. Eu engoli o caroço na minha garganta, e disse,       — Jura?

 Eu estendi a mão para cima, e rocei seu cabelo para trás da sua testa para que eu pudesse ver seus olhos. — Você está me pedindo para ir morar com você? Eu não sei dizer. Você normalmente é muito mais direto que isso.

 Ele sorriu. — Essa foi uma tentativa de pedir que você venha morar comigo sem afugentar você. Funcionou?

 Eu disse —, Eu não estou assustada.

 E eu fui sincera.

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Mais um para vcs! Vou sair agr e creio q a noite estou de volta, dependendo do número de comentários eu posto o epílogo hj msm! Comentem! Bjs, Bruna.

6 comentários:

  1. QUE PERFEITOOOOOO, POSTA LOGO

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  2. Aaah, morar junto??
    Que lindo ta ficando issi...
    Cada vez melhir...
    Postaaaa

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  3. Aaaaaaa q perfeito, q fofos, q tudo.
    Postaaaaa

    -Nathalia-

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  4. Posta logo,para acabar com essa história

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