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15.10.14

Keeping Her - Capitulo 11 - Último


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JOE


"Obrigado por me encaixar hoje, Mr. Woods. Eu realmente aprecio o seu tempo." Ele se levantou de trás da sua mesa de madeira maciça preta e a contornou para me encontrar.

"Sem problemas. Qualquer coisa para os Jonas. Eu estou apenas satisfeito que você resolver reconsiderar. Você vai me ligar depois de falar com a sua noiva?"

"Sim, Senhor. Eu irei falar com ela essa noite."

"Ótimo. Eu acho que essa pode ser realmente um bom negócio, Joe."

"Obrigado, Senhor. Eu te ligo amanhã."

Um nó pesado se deu no meu estômago assim que eu entrei no elevador, e desci os trinta e sete andares para o lobby. Isso começou ontem, quando eu liguei para marcar a entrevista, e agora parecia que ocupava minha barriga toda. Talvez, na verdade, isso tenha começado na Roda Gigante. Ou quando Demi fez aquele primeiro teste, que deu negativo. Eu quase cancelei o compromisso, mas as instruções na caixa do teste de gravidez sugeriam que se fizessem vários testes, então eu saí e comprei outro.

Aquele tinha dado positivo.

Demi fez mais dois essa manhã, ambos negativos, e nós achamos que o tempo entre ela estar atrasada e os testes ainda eram muito pequenos, por isso cada teste tinha dado um resultado. Ela não tinha certeza há quantos dias exatamente ela estava atrasada, ela apenas tinha uma vaga lembrança, e tudo que achamos na internet sugeria que esperássemos pelo menos uma semana.

Então nós decidimos esperar.

Isso parecia um gancho no nosso relacionamento.

Mas ela estando grávida ou não, isso não mudava os fatos.

Ela seria minha esposa. Nós não tínhamos o dinheiro para ter uma criança mais do que tínhamos para um grande casamento ou uma lua de mel. Nenhum de nós tinha plano de saúde.

Eu amava atuar, mas como eu seria diferente do meu pai se eu escolhesse fazer isso ao invés de sustentar minha família?

Quando Demi me encontrou naquele palco vazio depois daquela performance de Orgulho e Preconceito e eu fiquei de joelhos, tudo mudou. Ela tinha que ser minha prioridade. Meu trabalho era cuidar dela, e se isso significasse pegar um trabalho em Londres que me desse mais dinheiro, então eu o faria. Claro que isso era um trabalho no mundo do meu pai, um mundo que eu nunca quis fazer parte, mas eu sabia que pegando esse trabalho já me faria diferente do meu pai, não importava se nós nos parecêssemos por fora.

Londres tinha um cenário teatral ainda melhor do que a Filadélfia, então Demi poderia continuar trabalhando aqui, e eu faria o suficiente para que ela não precisasse de outro trabalho, ela poderia apenas fazer audições. E eu... eu a veria no palco, e isso teria que ser o suficiente. Eu descobri meu talento para o teatro porque fingir era muito natural para mim. Essa era a minha forma de amadurecer na vida. Mas eu me apaixonei pelo teatro quando eu descobri que essa era a única forma de fingir onde eu poderia também dizer a verdade. Iria doer deixar isso para trás, aquele sentimento de que eu fazia parte de algo maior, algo grandioso.

Eu teria apenas que aprender como encontrar esse mesmo sentimento estando na plateia.

Além disso... me casar com Demi, começar uma família, isso maior que tudo.

A companhia iria cobrir nossa mudança e plano de saúde. Com bebê ou não... isso fazia sentido. Essa era a coisa certa a fazer. A coisa inteligente.

Eu continuava repassando todas as minhas razões quando o metrô andava para frente e para trás nos trilhos no meu caminho de volta para Kensington. Demi tinha saído para almoçar com Mamãe, mas chegaríamos em casa por volta do mesmo horário. Eu tinha que estar com todos os meus pensamentos definidos quando eu contasse para ela.

Eu não tinha certeza como ela reagiria com a ideia de deixar os Estados Unidos. Ela parecia realmente animada sobre vir para Londres, mas visitar e morar aqui eram coisas bem diferentes. Essa não era uma mudança suave, mas eu esperava o melhor.

Tudo ficaria bem. Isso faria com que tudo ficasse bem. E Demi poderia parar de se preocupar sobre a gravidez, pois esse trabalho cuidaria de tudo. E depois de alguns anos nele, eu provavelmente acharia um parecido nos Estados Unidos se ela quisesse retornar.

Eu voltei para casa da minha família antes de Mamãe e Demi, e surpreendentemente encontrei meu pai no caminha para a porta.

"Oh Joe, que bom que eu te peguei. Dei uma passada para pegar algumas coisas para meu almoço. Como foi a entrevista?"

É claro que ele sabia. Eu não contei a ninguém, mas ele deve ter ouvido isso do Sr. Woods.

"Tudo correu bem. Eu irei conversar com Demi sobre isso essa noite."

Ele assentiu, pegando seu BlackBerry do bolso depois que ele vibrou.

"Ótimo”. Ele começou a responder uma mensagem, e com a cabeça abaixada ele disse: "Você está tomando a decisão certa, Joe. A inteligente".

O nó no meu estômago apertou quando ele literalmente tirou as exatas palavras da minha cabeça.

Eu não era como meu pai. Nós éramos diferentes. Isso era diferente.

Ele saiu me dizendo novamente que isso era o certo a fazer, e eu tinha a gigantesca casa vazia para enchê-la com meus pensamentos.

Eu já tinha pegado o ritmo de sentar e andar por todos os cômodos da casa quando Demi chegou. Eu já estava esperando há horas, eu estava na sala de jantar, batendo meus dedos contra a mesa de jantar, quando a porta da frente se abriu, e eu ouvi uma risada.

"Você viu a cara dela? Eu nunca ri tanto em... bem, há décadas provavelmente."

"Eu achava que ela ia me assassinar, lá mesmo na loja."

"Eu achei que eu ia perder um pulmão rindo. Você não sabe o quanto eu não suporto aquela mulher."

Eu passei pelo foyer, e Demi e minha mãe estavam sorrindo como velhas amigas.

"O que vocês duas estiveram aprontando durante todo o dia?" Eu perguntei.

Mamãe balançou a mão. "Apenas fazendo algumas travessuras. Isso vem naturalmente da sua futura esposa." Disso eu tinha bastante certeza.

"E por onde vocês andaram a tarde toda?"

"Ah, aqui e ali. Não se preocupe. Eu tomei conta dela. E de qualquer forma eu fui amável, com ela como você mandou."

Demi riu, e seja lá o que eu estava perdendo, essa deveria ser uma boa uma história. E eu queria ouvi-la... mais tarde. Agora eu tinha umas mil coisas para tirar do meu peito e eu tinha tudo o que eu queria dizer organizado na minha cabeça. Eu precisava dizer antes de tudo desmoronar como um castelo de cartas.

"Eu estou satisfeito que vocês se divertiram, mas eu posso roubá-la por um momento?"

"De qualquer forma," Mamãe diz. "Leve-a."

Eu segurei a mão de Demi e nós subimos as escadas para o meu quarto. Eu balancei a cabeça, rindo. "Inacreditável. Como você faz isso?"

Sem expressão, Demi falou, "Eu derrubei cinco estantes de roupas numa butique chique que ela me levou. Sério, foi assustador. O efeito dominó mais caro da história do mundo”.

Eu comecei a rir.

Ela disse, "Foi assim que a sua mãe reagiu também. Ela estava civilizada antes disso, mas depois foi como se houvesse uma turbulência. E começamos a nos dar bem”.

Esse era um bom sinal. Eu ótimo sinal. Talvez ela quisesse viver em Londres.

"Minha mãe é só uma questão de tempo, ela só assusta. Hoje foi talvez a maior diversão que ela teve em anos."

"Isso foi bom para mim, também," ela disse. "Escute, eu -"

"Eu preciso falar com você sobre algo," eu disse.

"Oh." ela franziu as sobrancelhas. "Claro. Vai em frente."

Eu a sentei na beirada da cama, e por força do hábito meus olhos foram para sua barriga. Eu acho que olhei para seu estômago em dois dias mais que em todo o nosso relacionamento antes de agora.

"Eu fiz uma coisa hoje. Uma coisa um pouco maluca."

"Ok," Ela disse, com os punhos cerrados sobre o joelho.

Eu soltei uma respiração.

"Eu fiz entrevista para um emprego."

"Você o que?"

"Eu sei, eu sei." Eu andei pelo tapete em frente a ela.

"Eu sei que é do nada, mas um antigo chefe me falou sobre isso na festa na outra noite. E eu nem pensei sobre isso até ontem, mas isso resolve todos os nossos problemas. O dinheiro é ótimo, e eles pagarão pela nossa mudança. Nós teremos plano de saúde para cobrir o nascimento. Nós conseguiremos pagar para viver em uma parte segura da cidade com boas escolas. Você pode fazer audições por aqui e você não precisará se preocupar em conseguir outros trabalhos."

"Você fez uma entrevista para trabalho aqui em Londres sem me dizer?"

"Eu não aceitei ainda."

"É melhor mesmo, que você não tenha aceitado."

Eu estava estragando tudo completamente. Eu me forcei a parar de andar e me ajoelhei na frente dela, na cama.

"Eu sei que isso é muito. Eu apenas estou te pedindo para pensar sobre isso, para pensar em todos os problemas que isso poderia solucionar."

"E sobre os problemas que isso criaria? Eu já estou agendada para um show no outono."

"Você desistira desse show se você estivesse grávida, de qualquer maneira. Você estaria barriguda até lá."

Ela parou, então foi ela que começou a andar.

"Nós nem sabemos ainda se estamos grávidos. Você quer mudar nossa vida inteira por uma possibilidade?"

Eu segurei seus cotovelos e disse, "Não. Não, claro que não. Nós podemos esperar para dar a resposta até a próxima semana, até que saibamos com certeza. Mas mesmo que você não esteja grávida, Demi, você ficará algum dia. Esse trabalho é uma oportunidade única. A maioria das pessoas tem que dar duro por anos para conseguir esse tipo de trabalho".

"E que tipo de trabalho é esse?"

"O que você quer dizer?"

Ela agarrou meus ombros, como se ela quisesse me sacudir. "O que você estará fazendo? Você ama o teatro. Você disse que isso o fez crescer. Ele o trouxe para mim. Você o deixará para o que? Um serviço atrás de uma mesa?"

"Eu amo você mais do que jamais amei atuar."

Ela arrancou seus cotovelos de mim e levantou seus braços.

"O que isso tem a ver com isso tudo?"

"Demi, eu estou fazendo isso por você. Por nós."

"Bem, pare."

Eu balancei minha cabeça. "O que?"

"Você me ouviu. Pare. Eu não te pedi para fazer qualquer coisa dessas."

"Você não precisa pedir." Eu passei o dedo por sua mandíbula. "Eu penso que já é hora de um pouco de realismo. Seria estúpido não pegar esse trabalho."

"Eu estou ouvindo um monte de coisas estúpidas nesse momento."

Ótimo. Então ela não estava feliz com a ideia de viver em Londres.

"Merda, Demi. Nós precisamos disso. Eu estou tentando crescer, ter um trabalho de verdade, e ser um adulto."

"Ser adulto não significa mudar tudo sobre você mesmo. Você já era um adulto sem esse trabalho extravagante e o dinheiro."

"Mas agora eu posso ser um adulto que te sustenta."

"Você já sustenta tudo que eu preciso. Você disse que nós precisamos de uma dose de realismo?"

"Sim, nós precisamos."

Eu podia ver isso agora.

"Você disse quase a mesma coisa para mim na primeira noite que nos conhecemos, na noite que nos beijamos. Nós estávamos falando de teatro, sobre Shakespeare."

"Demi -"

"Eu nunca teria nem mesmo parado na mesa se você não estivesse lendo aquelas peças. Nós teríamos nos conhecido pela primeira vez como professor e estudante, e nada teria acontecido entre nós. Nós poderíamos não ter nos apaixonado se você não fosse o assistente de diretor para Phaedra. Você me pediu em casamento no palco, Joe. Toda nossa vida é o teatro. O amor que nós temos é por causa do teatro. Eu associo todos os nossos grandes momentos com uma peça. Se nós pensássemos sobre o que era seguro ou inteligente quando nos conhecemos, nós não estaríamos juntos hoje. E você sempre será o homem que me encorajou a seguir meus sonhos, o homem que me ensinou a fazer escolhas ousadas e correr atrás do que eu queria. Você disse que não era como o seu pai. Ele deveria ser aquele que só se preocupa com dinheiro."

"O dinheiro é só um meio para um fim. Você e o bebê são minhas prioridades."

"Se você realmente quer fazer algo por mim, você irá recusar esse trabalho."

"Demi, apenas pense sobre isso."

"Eu estou pensando sobre isso. Eu estou pensando como eu me apaixonei por um homem que disse a uma sala cheia de alunos que a coisa mais difícil sobre a vida não é escolher papéis ou ter dinheiro o suficiente. É manter seu espírito e se lembrar, pra começar, por que nós escolhemos o teatro. Então siga o seu próprio conselho, Joe. Você poderia ter tido essa vida todos esses anos que passaram, mas você não queria isso. Você queria algo diferente. Algo melhor. Então ou você quer essa outra vida, essa vida comigo. Ou você não quer. Mas eu te deixaria antes que eu pudesse arruinar o seu próprio sonho."

O silêncio detonou nos meus ouvidos. Meu coração estava furioso em meu peito e eu sentia como se minhas costelas fossem quebrar se ele batesse mais forte. Eu não poderia perdê-la. Eu a queria mais do que eu queria qualquer coisa. Ela eclipsou cada sonho, cada desejo, cada dúvida.

"Demi-"

"Eu quero dizer isso, Joe. Eu agradeço o que você está fazendo, e eu entendi. Eu amo você estar disposto a fazer isso, mas não vale a pena. Não se você deixar de ser você."

Ela pegou minha mão e a pressionou em seu estômago. “Se nós tivéssemos um filho e ele viesse até você com uma coisa como essa, você o diria para pegar o dinheiro, pegar um trabalho que não significa nada? Porque eu estou perguntando, se eu sei o que você diria. Você diria para ele fazer o que ele ama o que o fizesse sentir mais vivo. A vida é muito curta para perder tempo vivendo de outro jeito." Ela tinha razão.

Merda. Ela tinha razão.

O nó no meu estômago relaxou e eu soltei um suspiro de alívio.

"Como você me conhece melhor que eu mesmo?"

"Porque eu te amo."

Meu coração disparou, e a força de cada batida me levava mais próximo dela. Cada vez que ela dizia aquelas palavras... cada vez parecia a primeira vez. Eu passei meus braços ao redor dela e puxei até que seus pés saíam do chão. Eu beijei o canto de sua mandíbula e retornei as palavras.

"Mas se nós estivermos esperando um bebê... teremos tantas coisas para superar. Será difícil com nosso estilo de vida."

Ela enrolou os dedos nos meus cabelos e disse, “Sua mãe me levou para ver uma amiga que é médica”.

Eu vi seu olhar pasmado e a coloquei de volta no chão. "Você contou para a minha mãe?"

Ela encolheu os ombros. "Aquela mulher tem um jeito de descobrir meus segredos."

"E?"

"E eu não estou grávida."

Eu engoli seco, meu estômago rodando com uma combinação de emoções tão grande que eu não conseguia identificar.

"Você não está?"

Ela balançou a cabeça. "A doutora disse que provavelmente é apenas estresse que me atrasou o ciclo. Provavelmente a combinação de todo o trabalho e pensar em conhecer sua família."

As batidas do meu coração acalmaram, mas continuavam altas no meu ouvido.

"Então... nós não temos que nos preocupar com nenhuma dessas coisas."

"Não agora, não."

Pela minha vida, eu não sabia dizer se eu estava desapontado ou aliviado. Não sobre o bebê. Já o trabalho... parecia que eu estava cem vezes mais leve.

"Você está bem?" ela perguntou.

Eu beijei sua testa, depois a ponta do seu nariz, seguindo para seus lábios. Eu absorvi a calma de sua pele quente, respirando na sua proximidade. Eu disse, "Sim, estou mais do que bem".

Ela assentiu. Sua expressão era difícil de ler, e eu tive a sensação de que ela estava tão confusa quanto eu.

"Joe. Mais uma pergunta."

"Qualquer coisa."

Seu sorriso se alargou brilhante e lindo. Toda sua confusão desapareceu.

"Casa comigo?"

Vários tipos de respostas passaram pela minha cabeça, de simples a sarcásticas. Mas tinha uma coisa que sempre seria verdade sobre mim. Eu preferia ações às palavras.

Então, eu a puxei perto e a respondi mais perfeitamente quanto eu podia.

~

Enfim, esse é o último! Gostaram? Eu fiquei totalmente surpresa, ela n está grávida! Joe foi um fofo ao arriscar seu sonho por ela e o possível bbê <3 Comentem bastante! A noite eu volto, se tiver 5 comentários eu posto a sinopse da nova fic! Haha1 Bjs, Bruna.

14.10.14

Keeping Her - Capitulo 10


~

DEMI

Paramos em uma pequena loja que foi apenas um pouco maior do que uma loja de conveniência. Tinha comida e produtos de higiene pessoal e uma variedade aleatória de itens, mas a farmácia em volta era a minha preocupação.

"Você se importaria de me pegar uma bebida?" Eu perguntei. "Eu vou correr para o banheiro, pegar o remédio, e eu te encontro por aqui".

Eu não esperei por Joe concordar antes eu me virei para ir embora. Eu me dirigi para a farmácia, olhando para trás para ver quando ele já não estava olhando. Quando ele virou, eu peguei o ritmo e comecei a vasculhar as prateleiras para testes de gravidez. Tentei três corredores até achar o certo e, em seguida, tudo que eu podia fazer era olhar para a prateleira.

Por que existem tantos?

Havia marcas e fora de marcas, digital e de bastões e copos, uma linha e duas linhas e mais sinais e os sinais do apocalipse.

E, oh Deus, por que isso era tão aterrorizante?

Talvez eu deva pegar um de cada.

Então olhei para o preço.

Eh. . . Provavelmente um deve bastar.

Eu agarrei o bastão aquele com o de sinal de adição, e corri para o balcão da farmácia na parte de trás. Um cara indiano em óculos estava digitando afastado no computador.

"Desculpe-me" Ele olhou para cima. "Eu posso pagar aqui?" "Não senhora. O caixa é na frente." Fabuloso.

Peguei algumas outras coisas. Ibuprofeno e protetor solar e uma caixa de absorventes (pensamento positivo). Eu reuni todos os itens em meus braços, escondendo o teste de gravidez atrás todos eles. Então eu fui para frente para encontrar com Joe.

Ele estava segurando uma garrafa de Coca-Cola, sorrindo e perfeito, e Deus, eu queria dizer a ele. Mas seu comentário sobre as crianças mais cedo tinha me enviado pensamentos de que ainda não era a hora. Eu tinha pensado dizendo-lhe, então, mas então ele tinha sido tão insistente que era uma piada que eu comecei a me preocupar que ele iria pirar se soubesse. Quero dizer, por que não dizer a ele?

Estamos juntos há somente um ano. Nós estávamos prestes a nos casar. 

Eu esperei até que fosse nossa vez para o caixa e então eu virei para ele e disse: "Oh querido, eu sinto muito. Você se importaria de mudar isso para a água em vez disso? Ou talvez suco? Eu só acho que seria melhor para o meu estômago".

Assim que ele se foi, eu larguei todas as minhas coisas em cima do balcão e empurrei o teste de gravidez no caixa.

"Você pode passar isso antes?"

A menina do caixa era loira, não poderia ser muito mais velha do que dezesseis anos, e ela sorriu para mim. Na verdade, riu de mim.

"Olha, eu sei que isso é loucura. Mas, por favor. Passa rápido."

Ela encolheu os ombros e disse: "Ele vai perceber mais cedo ou mais tarde”.

Eu, não precisava de conselhos agora.

Ela examinou o teste, e eu enfiei na minha bolsa, assim que Joe apareceu pelo corredor. Ele colocou a água em cima do balcão, e deu uma olhada nas minhas coisas.

"Eu pensei que você ia pegar um remédio?"

Desculpe-me, garota atrevida do caixa, pode me emprestar sua maquina registradora por um momento para esmagar contra o meu rosto?

Peguei a garrafa de ibuprofeno e mostrei.

"Eu tenho tido dores de cabeça e acho que isso é o que causou as náuseas".

A menina riu quando eu disse náusea. Provavelmente não era nada de bom para o meu futuro como uma mãe que eu realmente queria dar um soco nesta adolescente.

Joe pegou a sacola enquanto eu paguei e levou-me para fora. Na calçada, ele disse: "Você poderia ter me dito. Eu não sou ingênuo".

Eu engasguei com o gole de água que eu tinha acabado de tomar e disse: "O quê?" Ele levantou a sacola, e eu podia ver a caixa de absorventes internos através do plástico semitransparente. "Isso? Os analgésicos? Você poderia ter dito que estava no seu período mensal.”

Só eu poderia sofrer a humilhação de discutir um período inexistente com meu namorado.

"Oh, eu não estou. Não, estes são apenas..." Eu não conseguia pensar. "Comprei por comprar”.

Ele levantou uma sobrancelha. "Então porque você decidiu comprar agora?" Eu estava indo tentar uma carreira como uma mímica. Porque que aparecia ser a única maneira de parar de dizer coisas estúpidas.  

Peguei a sacola de compras e de volta enfiou-o na minha bolsa gigante. "Como perto estamos a essa coisa de roda gigante". Eu perguntei.

Viramos uma esquina, e ele indicou a frente com a mão e uma Roda-gigante, apareceu. "Muito perto".

Feliz com a mudança de assunto, eu o ouvia explicar que o London Eye tinha sido construído enquanto ele estava na escola, e que no Ano Novo disparam fogos de artifício que saem dela. Ele explicou que iríamos embarcar numa das cabines enquanto a estrutura ainda estava em movimento, embora muito lentamente.

Tivemos que esperar na fila por um pouco tempo, mas como era um dia da semana nem foi tão ruim. Com os dedos entrelaçados juntos, demos um passo para linha da frente, éramos os próximos a embarcar na cabine.

De dez a quinze pessoas embarcaram com a gente, e nós encontramos um local na janela que nos daria um bom ponto de vista a roda continuou sua lenta rotação para cima. Joe disse que a volta durava cerca de 30 minutos, então eu segurei para a barra e ele passou os seus braços em volta da minha cintura. Colocou sua bochecha contra a minha, e juntos vimos à cidade tornar-se cada vez menor à medida que fomos puxados para cima em direção ao céu.

A Tâmisa corria ao nosso lado, torres e arranha-céus puncionavam o dia azul claro, e pontinhos de pessoas se movimentando abaixo nós à distância. Até aqui eles pareciam notavelmente pequeno eram tantos. Alguns estavam andavam em linha reta, outros pareciam apressados ao longo das ruas movimentadas. Eu poderia imaginar cada um deles envolto em seus pensamentos, contemplando seus sonhos, apaixonar-se, recebendo uma notícia que mudaria todo o seu mundo. 

Não é tão fácil ver através do túnel da vida, imaginar que mundo é um cenário de filme e a sua história, o que você vê através de seus olhos e pensa com o seu cérebro e sente com o seu o coração é a única coisa que importa. Mas o mundo era muito maior do que isso. A vida era muito maior do que isso. Às vezes, eu não conseguia entender como ela mantinha todos nós, toda a esperança e a machucada humanidade.

Foi tão marcante para pensar sobre o fato de que neste exato segundo, uma nova vida pode estar se formando dentro de mim. Eu não entendia como eu poderia ter uma outra pessoa que seria totalmente dependente de mim. A câmera da minha vida era muito focada. Tinha Joe, claro, mas nós dois estávamos concentrado em nossas carreiras, em estabelecer-nos. Mas ter um bebê mudaria tudo para nós dois. Nossas lentes teriam que se reorientar, ajustar. Não poderia ser apenas sobre a gente. Eu podia sentir o calor da mão de Joe contra a minha barriga através da minha camisa fina, e pensava. . . a responsabilidade não seria inteiramente minha. Sim, Joe era um cara, e sim, a maioria deles tinham medo de compromisso e bebês e todos esses tipos de coisas. Mas ele era diferente. Este era um homem que não ficou com raiva quando disse que não queria sexo, um homem que percebeu meu absorvente em uma sacola e não ficou irritado e um homem que me amava e valorizava apesar todas as minhas esquisitices e questões. 

Ele interrompeu meus pensamentos apontou para fora da janela. "Lá, é onde estávamos esta manhã. Passamos por essa igreja. E esse caminho é casa dos meus pais. Você também pode ver a escola primária eu estudei lá. Graham e eu entravamos em apuros quase todos os dias. Fomos ameaçados por nossas mães de nos mandar para um colégio interno".

Foi a pior mudança de assunto na história do mundo, mas eu olhei para ele sobre o meu ombro e deixei escapar: "Eu comprei um teste de gravidez".

"O quê?" Ele não disse isso como se estivesse chocado ou horrorizado. Mais como quando alguém só não ouviu direito o que você disse.

Então eu continuei "Na farmácia. Eu estava agindo de forma estranha te pedindo para comprar bebidas porque eu estava comprando um teste de gravidez, e eu estava com medo de dizer".

Naquela época, eu teria uma reação.

Suas mãos caíram a partir de seu ponto no meu estômago, e ele se mudou para inclinar-se na barra do meu lado. Seus olhos procuraram meu rosto, e eu pensei no silêncio iria me matar, fechar minha traqueia, e sufocar meu cérebro.

"Diga alguma coisa."

Ele abriu a boca, mas nada saiu por alguns segundos longos até que, 

"Você está grávida?"

Ok. Correção. Diga alguma coisa que realmente me dá uma pista sobre o como você vai reagir.

"Eu não sei. Estou atrasada. Eu acho. Pode não ser nada." 

"Ou pode ser alguma coisa."

Droga, por que eu não podia ler a entonação da sua voz?

"Pode ser. Por causa... bem... Eu esqueci de pegar a minha prescrição, para a pílula. Estava tão ocupada a cabeça cheia, que eu esqueci. Ainda e recente, e eu-".

"Por que você não me contou?"

Eu iria ficar louca se ele não dissesse algo mais definitivo. Suspirei e olhei para a cidade. Nós tínhamos acabado de chegar ao pico da roda, e a cabine deu uma vista panorâmica da cidade. Eu segurei a barra que mantinha as pessoas distantes do vidro e disse: "Eu estava com medo. A idéia de ter um filho é assustadora. Eu ainda me sinto como uma criança muitas vezes. E nós  trabalhando muito, o nosso apartamento é pequeno, vivemos no presente, em uma cidade perigosa, e nós realmente não conversamos sobre ter filhos. Quando conversamos sobre isso e uma coisa vaga, que poderá acontecer em um futuro próximo, e eu não sei como você se sentiria. Então, eu estava esperando ter certeza. Ou até que eu pudesse chegar em casa a olhar para minha agenda."  

"Mas?"

Minha respiração estava muito alta em meus ouvidos, quase ensurdecedor. "Mas eu não quero ficar assustada sozinha."

Suas mãos seguraram meu rosto, e ele tocou sua testa na minha. Minha respiração falhou. Ele disse: "Você jamais ficará".

Deixei escapar um pequeno soluço e segurei firme a ele. Ele baixou uma mão para a minha cintura, seu polegar roçando minha barriga.

"Você acha... Você sente que você esta?"

Eu encolhi os ombros. "Eu não posso dizer. Estou exausta, mas que poderia ser apenas o fuso horário. Eu estou emocional, mas que poderia ser porque eu sou uma anti-social que quebra vasos caros como uma primeira impressão. E eu consegui ficar doente ontem, mas só uma vez, então poderia ter sido somente a fadiga e choque."

Ele acenou com a cabeça, desta vez deslizando sua mão debaixo da minha camisa para tocar meu estômago.

"Se eu estiver...".

"Então, tudo vai ficar bem. Todas aquelas coisas que você disse são verdadeiras, mas nós vamos ficar bem. Você será uma mãe extraordinária, e nós vamos fazer o que for preciso para cuidar do nosso filho. "Ele sorriu e balançou a cabeça, nosso filho”. Uau. Isso é o que a estava incomodando ontem"?

Eu balancei a cabeça, e ele exalou em alívio. Isso foi uma coisa boa, certo?

"Isso quer dizer que você está bem com isso?" Meu coração estava pulando.

"Isso significa que eu te amo e quero casar com você e te chamar a mãe do meu filho. Não importa para mim que ordem das coisas."

Eu inclinei minha cabeça contra seu peito, e de repente o peso do meu corpo parecia demais. Sua mão deslizou em torno de minhas costas, e ele me puxou até meu estômago ficar pressionado contra o seu. Eu deixei que ele oferecesse suporte a mais do meu peso e disse: "Nós temos uma tendência a fazer coisas fora de ordem".

"O mundo tem nos dado muitas surpresas, mas cada uma se transformou melhor do que a última. Eu não tenho nenhuma dúvida de que esta será a mesma."

Ele levantou a cabeça para cima e pegou os meus lábios em um beijo.

Passamos o resto da viagem ignorando o horizonte olhando um para o outro, e quando saímos da cabine e pisamos em terra firme, uma pequenina parte de mim estava realmente começando a ter esperança de que o sinal fosse positivo.

~

Oi! Td bem? Gostaram do capítulo? Espero q sim! Cês viram? Demi contou suas suspeitas, haha' aleluia li o capítulo antes de postar uehueheuheue gente a próxima fic é perfeita, cês n tem noção ♥ Esse é o penúltimo capítulo de Keeping Her, aproveitem, com 5 comentários ou mais posto o próximo!
Divulgação: Holiday Of Fic's; É o blog da Jubs, ela ta me pedindo tem um tempo, mas eu sempre esqueço! Aqui está ;) ela ta bem no comecinho da fanfic e acho q vcs vão gostar... ♥
Bjs, meus amores, até mais!

13.10.14

Keeping Her - Capitulo 9


~

JOE


Demi estava trancada no banheiro, e eu estava em duro feito pedra, sem saber como agir. Eu não tinha ideia do que me mãe e ela tinham conversado ou o que tinha acontecido depois. Tudo que eu sabia é que ela estava tranquila. Também quieta. E por mais que eu não quisesse que ela passasse mal eu esperava que estivesse quieta por não estar se sentindo bem.  

"Como você está se sentindo?"

Ela cruzou os braços sobre o estômago e disse: "Tudo bem. Eu acho que foi a viagem... o dia longo. Acho que foram muitas novidade, eu não aguentei. Eu estou bem agora."

"E a minha mãe?"

"Deveria ser uma vilã da Disney."

Eu soltei uma risada. Mesmo sentindo-se mal ela era espirituosa.

"Fora isso. Foi tudo bem?”

Depois de um momento torturante, ela assentiu. "Eu acho que sim. Chegamos a um entendimento." Isso soou ameaçador. "Ela me convidou para almoçar na quinta feira".

Minhas sobrancelhas se ergueram.

"Isso significa que você foi mais do que bem. E ela também."

Um pequeno sorriso floresceu em seu rosto. Qual era a teoria da ciência? Toda ação tem uma reação igual ou reação oposta? Vendo seu sorriso me iluminou. Ela colocava meus pensamentos em ordem, meu foco estava centrado de novo, equilibrando minha vida. E eu precisava disso... desesperadamente. Estar de volta aqui. . . era estranho. Eu estava lutando para caminhar sobre a tênue linha entre ser educado e amigável, e voltar a agir como antigamente.

"Agora, sobre essas ex..".

Falando em velhos hábitos.

"Ex?"

"Ah, sim. Rowland estima que lá embaixo tenha pelo menos umas dez, esperando por você." Droga, Rowland.

Fechei os olhos para resistir à tentação para descer as escadas e destroçá-lo. 

"Tenho certeza de que ele estava exagerando." 

Os braços cruzados sobre a barriga levantavam os seus seios, e ela parecia tão deliciosamente mandona. Nós não poderíamos simplesmente ignorar esta parte e continuar com o que tínhamos planejado anteriormente?

 "Você tem que muitas ex aqui em Londres?" 

Eu pensava em uma maneira que esta conversa não seria desastrosa. "Eu não sei o que é o direito a palavra ex.” 

"Então vocês não estavam namorando? Era o que.... Apenas sexo?" 

Eu fiz uma careta. Acho que o assunto não tinha se encerrado. Eu não gosto desse lado ousado dela quando é direcionado mim.

"Demi... Eu era um grande idiota quando vivi aqui. Você teria me odiado. Meus pais não eram exemplos. Eles me deram dinheiro e me deixavam fazer o que eu queria, e assim como um adolescente estúpido, eu aproveitei. Muitas vezes. As coisas eram tão diferentes. Minha vida era diferente. Eu era pessoa diferente. É isso. Quando saí de Londres, foi para despertar e para viver a vida fora dessa bolha de dinheiro e influência e tradição. Mas foi bom para mim. Eu cresci. Eu encontrei um trabalho que amo que me levou a encontrar alguém que eu realmente amo. Se tinha meninas do meu passado aqui hoje à noite, eu não as notei. Elas não importam. Nada neste lugar é importante em comparação a você."

Ela mordeu o lábio inferior para um momento, me examinando. Aí estava apenas uma sugestão de uma lágrima brilhando no canto dos olhos, então ela fechou os olhos e balançou a cabeça. "É impossível ficar com raiva de você. Isso está estabelecendo um perigoso precedente para o nosso relacionamento." Isso foi um bom sinal.

Dei um passo para frente e coloquei minhas mãos em seus quadris. "Eu gosto desse precedente."

As mãos dela vieram até meu peito. "Agora eu sei de quem você puxou toda essa sagacidade, esse seu canto de sereia, seu encanto. Você e uma mistura de seu pai e James Bond como um bom falante Inglês. Ele foi muito bem me salvando da vergonha da quebra do vaso.”

Eu gemi. "Ele é uma fala mansa, Sim. Mas não deixe que ele te enganar. Ele não é tão bom como ele finge ser".

Ela passou os dedos ao longo de minha mandíbula e puxou meu rosto para baixo em sua direção. "O que isso quer dizer?"

Eu balancei minha cabeça. "Nada que você precise se preocupar. Nós apenas temos diferentes prioridades em tudo. Negócio e dinheiro e classe social sempre vêm primeiro para ele. "Eu entrelaço meus dedos na parte de trás do seu pescoço e traço-lhe sua mandíbula com meus polegares." Eu posso ter herdado algumas coisas dele, mas não isso. Você sempre virá em primeiro lugar. Nossa família será sempre a minha principal preocupação”.

Seus olhos estavam arregalados e vidrados, e eu não sabia se aquele olhar era por causa de algo que eu disse, ou apenas o longo dia cansando ela novamente.

Ela disse: "É engraçado o modo como às crianças acabam por ser tão diferente de seus pais".

"É engraçado como conseguimos nos transformar em pessoas razoáveis apesar de nossos pais loucos."

Ela engoliu em seco e riu uma vez. "Certo. Como é que isso aconteceu?"

Puxei-a em meus braços, colocando meu rosto contra a sua cabeça. Seu cabelo cheirava doce e calmante, como lavanda.

"Vamos passear amanhã. Vou te mostrar a cidade. Eu só preciso de um tempo  desta casa."

"Claro. Isso soa muito bem. Eu preciso ir até uma loja de qualquer maneira. Eu esqueci algumas coisas."

Eu beijei sua testa. "É mesmo, o quê? Podemos comprar o que você precisar."

Ela se afastou. "Oh, não é nada importante. Apenas algumas pequenas coisas."

Ela foi até a sua mala de viagem no chão e se inclinou para pegar o seu pijama.

Dei um passo atrás dela. "Você tem certeza você não está sentindo mal?"

"Não, eu estou bem", ela disse por cima do ombro. "Foi só naquele momento, já passou."

"Que bom" Eu passei um braço sob suas pernas e puxei-a para os meus braços. "Porque eu estou bem animado. Mas tenho umas ideias para te deixar louca."

Ela largou as roupas que ela escolheu para agarrar os meus ombros, e a atraente boca pequena dela formou um círculo. Isso era tudo o que eu precisava. Não importa que haja centenas de pessoas no andar de baixo, e estávamos na casa dos meus pais. Eu queria que ela de tal maneira, que meu desejo estava incontrolável, como nunca esteve antes.

Eu andei em direção a cama e ela disse: "Joe! As pessoas lá embaixo".

"Não ouvi nada não ser que você de tenha planos de gritar o meu nome. Pode ser que aconteça."

 Ela deu um tapa no meu ombro, e eu a coloquei na cama. "E se a sua mãe vier aqui em cima?"

 Ajoelhei-me ao pé da cama e tirei os sapatos. 

"Então, nós vamos ter uma outra situação constrangedora para adicionar a nossa lista."

"Isso não é nem remotamente engraçado, Joe."

Eu beijei a parte interna do joelho e disse: "Você me vê rindo"?

Ela engoliu em seco, e seus olhos seguido as minhas mãos quando cheguei para ela. O vestido de algodão era de elástico, e eu coloquei as alças para baixo sobre os ombros facilmente. Ele caiu em torno de sua cintura, revelando mais pele para mim. Ela usava um sutiã azul rendado que lhe dava um ar doce e inocente, e caramba, eu estava quase em colapso.

"Você tem alguma ideia do quanto quente é pensar em ter você aqui no meu antigo quarto?" Ela balançou a cabeça, mas sua língua saiu para molhar seus lábios, e eu acho que ela entendeu exatamente o que eu quis dizer. "Isso me lembra no ano passado." Quando eu tinha quase enlouquecido por pensar nela e ela ser a minha aluna. Como eu a queria mais que qualquer coisa. "A cada final de aula eu estava tão tentado a pedir-lhe para ficar depois que todos tinham ido embora. Mesmo que seus amigos estivessem do lado fora e alguém pudesse entrar, tudo o que eu queria fazer era tocar em você. Saborear você." 

Seus olhos eram grandes e escuros, e sua respiração ficou presa. Eu beijei o lado de seu joelho novamente e corri minhas mãos até as coxas para a bainha de seu vestido.  

Ela perguntou: "Por que não”?

"Por isso não teria sido justo para mim. Então, eu tinha que me contentar com a minha imaginação."

Graças a Deus eu não tenho que fazer isso mais.

"E o que você imaginava?"

Debrucei-me sobre ela, deitada de costas na cama. Seus braços esticados pelo colchão, ela olhou para mim com um olhar ao mesmo tempo apreensivo e com desejo. Fez-me lembrar de tanta coisa da noite que nos conhecemos, e todo o meu sangue correu tão depressa para as partes de baixo do meu corpo que manchas pretas pontilharam minha visão.

Eu deslizei minhas mãos debaixo do seu vestido e disse: "Eu imaginava um monte de coisas. Pensei em ter você contra a parede por trás da cortinas. "Ela fechou os olhos e apertou os cobertores com as mãos." Eu vi suas pernas redor da minha cintura com aquela saia que você usava no primeiro dia de aula".

Eu enganchei meus dedos em torno de sua calcinha e deslizei para baixo de suas lindas pernas. "Eu quis você em todas as cadeiras do teatro." Ela fez um ruído baixo e tentou sentar-se, mas eu coloquei uma mão em seu estômago para segurá-la no lugar. "Eu queria ter você em todos os lugares de modo que você não fosse capaz de se sentar em qualquer lugar em naquele teatro sem pensar em mim."

"Isso já era verdade."

Eu sorri. "Bom saber."

Ela colocou as duas mãos sobre a minha em seu estômago, e segurou a minha mão com mais força contra ela por um segundo. Ela disse, com a voz baixa e tranquila, "Eu te amo tanto”.

Levantei-me e inclinei-me sobre ela para que eu pudesse ver seu rosto. Ela piscou algumas vezes, e eu não podia ler sua expressão. Foi triste e feliz e confusa, e ela nunca, teve esse tipo de resposta na cama antes.

Eu não sabia o que estava acontecendo, mas eu podia sentir o pânico crescente sob a minha pele, na parte de trás da minha garganta, nos meus pulmões.

"Você tem certeza que está bem?"

Ela balançou a cabeça até que sua expressão limpou, e, em seguida, sorriu. "Sim... só de pensando sobre o futuro."

Meu coração estremeceu em meu peito, e eu tentava explicar a tristeza e o medo que eu vi em seus olhos. Eles não significavam que ela estava tendo dúvidas. Eles poderiam significar milhares de outras coisas. Mas para o meu próprio bem, eu não poderia pensar nessa possibilidade.

Eu dei um beijo em seus lábios e disse: "Eu prometi para sempre. Isso é tudo sobre o futuro".

Ela assentiu com a cabeça, e depois de um também longo momento, ela sorriu. "Sinto muito. Mas você acha que nós podemos.... apenas dormir? Sinto muito. Eu sei que eu disse que eu estava bem, mas eu estou me sentindo um pouco cansada depois de tudo."

Eu respirei fundo e tentei não pensar muito sobre isso. Ela tinha passado mal. Isso não significava qualquer outra coisa. Mas caramba, agora eu não conseguia pensar em mais nada.

Tão calmamente quanto eu pude escovei os cabelo para trás e beijei sua testa. "Claro. Posso trazer alguma coisa? Água? Remédio?"

Ela engoliu em seco e balançou a cabeça. "Eu acho... Acho que só preciso dormir um pouco."

Eu balancei a cabeça. "É claro."

Eu levantei os cobertores, e ela deslizou entre os lençóis, ela estava com o vestido pela cintura e eu respirei fundo novamente já que não fizemos absolutamente nada para aliviar a pressão na minha calça jeans ou a pressão na minha cabeça. 

Eu beijei seu rosto mais uma vez.

"Eu te amo", eu disse, lentamente, deliberadamente. Eu precisava dela para ouvir isso através de qualquer coisa que pode estar acontecendo em sua cabeça. "Tente dormir um pouco. Eu só vou tomar um banho rápido”.  

"Sinto muito", ela disse novamente, quando eu me afastei.

"Não tem necessidade de se desculpar, amor."

A menos que ela estivesse se desculpando por outra coisa, algo que ela não tinha dito.

"Nós vamos fazer isso depois", disse ela.

"Fique tranquila, embora eu goste disso."

Ela puxou os cobertores até ela pescoço, recostando-se no travesseiro. Eu apaguei as luzes e disse:

"Boa noite, Demi".

Então eu terminei a nossa montanha russa do dia com um banho gelado e muitas preocupações para contar.

"Espere, espere! Só mais um!"

"Demi, há criança aguardando." E eles provavelmente nos odeiam, mas eu estava tão feliz de vê-la sorrindo que eu não me importo.

"Sim, já sei, disse ela repetindo o movimento. A maioria deles não estava vivo quando li Harry Potter, pela primeira vez."

Vir-me-ei para a família canadense atrás de mim e disse: "Eu sinto muito. Vai ser a última vez, eu prometo." Então eu tirei mais uma foto de Demi fingindo empurrar o carrinho de bagagem através da parede na Plataforma 9 ¾ na estação King’s Cross.

Um menino mostrou a língua para Demi quando saímos. Puxei-a para longe antes que ela pudesse seguir o exemplo. 

"Aquele garoto levou a melhor. Eu sou totalmente a Sonserina.*” Eu balancei a cabeça, sorrindo.

"Amor, eu vou precisar de você deixe de ficar tão louca."

"Você está certo. Realisticamente, eu sou um Ravenclaw.”*²

Eu ri. Eu a amava independente de qualquer coisa.

Provavelmente porque eu não precisava fingir. Ela sabia quem ela era, e ela sempre me fez ser eu mesmo. 

Eu ri.

"O que é tão engraçado?"

"Eu só estou imaginando você com crianças algum dia. Você provavelmente vai acabar lutando com eles para brincar com os brinquedos."

Eu não percebi que ela tinha parado Continuei andando até que percebi que ela não estava ao meu lado. Eu virei e ela ainda estava de pé a alguns metros para trás.

"Eu estava brincando, amor."

Ela cruzou os braços e deu de ombros. 

"Eu sei disso." 

"Então por que você está tão brava?"

*Referencia ao livro Harry Potter, onde existem quatro casas: Grinfinoria, Sonserina, Cornival e Lufa Lufa.

*²Referencia a fundadora da casa Cornival, do livro Harry Potter.

"Eu só não sabia que você pensava essas coisas."

Oh Deus. A última coisa que eu precisava nesta viagem que já era estressante é assustá-la com a conversa de crianças, principalmente porque hoje ela parecia bem, descansada. Eu poderia ser muito grosso às vezes. 

Eu coloquei meu braço sobre os ombros e disse: "Seja o que for  os pensamentos que estão desenrolando na sua mente detenham-os. Eu ainda tenho muito que mostrar, e eu só estava brincando". "Certo, para onde seguir?" "Bem, já vimos o mundo".

Eu a senti relaxar ao meu lado enquanto nós andamos, e ela disse: "Você quer dizer a réplica do Globo".

 "Isso mesmo. Nós já visitamos o Big Ben, o Parlamento, a Torre.”

“E a London Eye”, eu perguntei.

"É a roda gigante?" Eu balancei a cabeça. "Sim, vamos dar uma volta!”

Apenas passar o dia com Demi e apresentá-la à minha cidade velha foi suficiente para eliminar algumas das confusões de ontem à noite, para apagar algumas das minhas preocupações. Ela devia realmente precisar somente dormir porque, esta manhã, ela estava tão perfeita como sempre.

"Podemos parar em uma farmácia primeiro?" Ela perguntou.

"Farmácia?” 

“Eu só queria para comprar um remédio caso eu comece a ter sensação de enjôo de novo."

"É claro", eu a beijei têmpora, e fomos para o canal que nos levaria para o outro lado do da cidade.

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Está aqui! Fiquei muito feliz com os comentários *-* Espero que tenham gostado <3 Comentem mais para o próximo! Beijos, Bruna.

12.10.14

Keeping Her - Capitulo 8 (Leiam as notas finais)


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DEMI


Deus, sua mãe deve ter sido uma advogada em vez de trabalhar em financiamento. Apenas seu olhar era como um gancho de pesca, atraindo todos os meus segredos fora de mim. E eu era o pobre peixe, pendurado na linha, com pedaço de metal enferrujado me rasgando. Uma hora sozinha com ela na sala, e eu estaria na posição fetal recitando os traumas da minha infância, como o aconteceu com Jimmy, durante o recesso na terceira série.

"E vocês dois já definiram uma data?"

Eu quase perguntei se ela iria preferir escolher por nós.

"Bem... nós, não definimos nada ainda. Mas nós estávamos pensando talvez Junho. Ou agosto.”

"Ano que vem? Porque organizar um casamento dá muito trabalho."

"Este ano, na verdade... minha senhora.”

"Este ano? Mas temos apenas dois meses.”

"Eu sei, mas não estávamos pensando em um casamento muito grande. Apenas uma pequena cerimônia para amigos próximos e família".

"Mesmo assim é muito pouco tempo, porque não esperam um ano. Vocês estão juntos há pouco tempo".

Isso não me importava e eu não iria me submeter à vontade dela. Não havia possibilidade nenhuma de esperar um ano para Joe e eu nos casarmos. Nós já tínhamos esperado uma vida.

"Sim, mas nós estamos juntos mais de um ano".

"Não, você-" Sua mãe parou, as sobrancelhas franzidas e um dedo no ar. "Espere, você estão juntos mais de um ano?"

Eu assenti, e logo em seguida desejei que eu não tivesse. Seus olhos se estreitaram, e ela me encarou com um olhar que era mais que um olhar assassino e espreitador.

"Eu pensei que vocês tinham se conhecido na Filadélfia. Mas Joe estava ensinando no Texas há um ano.”

Engoli em seco. Deus, por favor, não seja verdade que Joe não lhes dissera sobre como nos conhecemos. Depois que ele contou Graham e seu grande discurso sobre não mentir ou ter vergonha, eu tinha apenas supor que ele lhes disse: o básico de qualquer maneira.

Pelas feições em seu rosto, que eu ia tinha que pensar bem no que eu iria dizer. Poderíamos ter um grande problema. "Assim, vocês dois se encontraram em Texas?”

Eu tentei dizer que sim, mas na verdade eu só fazia ruídos e assentia.

"Quantos anos você tem, Demi?"

Eu poderia desmaiar! Como eu iria responder isso? Eu poderia fingir estar passando mal. Ou talvez eu realmente devesse passar mal?

Minha resposta não deve ter sido suficiente para confirmar as coisas para ela porque ela girou nos calcanhares e caminhou na direção de Joe. “Corri em volta dela e ela levantou a mão me parando.”

"Sra. Jonas espera. Nós não fizemos nada de errado. Eu garanto.”

"Oh, querida." Seu sorriso me deu arrepios. "Eu não acho que você fez nada de errado."

"Você não?" Fiquei chocada em silêncio.

"Não, querida. Meu filho é o único que fez algo errado.”

Eu recuei como se ela tivesse me batido. Eu tinha bastante duvidas na minha cabeça sobre estar com Joe, principalmente depois que tínhamos chegado. Eu não precisava dela para aumentar o meu drama. Ergui a cabeça e ajeitei meu vestido simples e, enfrentei sua pose em seu vestido absurdamente caro.

"Sra. Jonas, com todo o respeito, a senhora está errada. Seu filho me ama. E eu o amo. Nós dois somos adultos, como nós éramos quando nos conhecemos.”

“Se você fizer uma grande cena neste momento, você só vai estragar a festa e possivelmente o já instável relacionamento que você tem com o seu filho. Ele tem vinte e seis anos, quase vinte e sete anos de idade. Ele tem uma carreira e uma noiva, e você não vai para ganhar qualquer batalha, tratando-o como se ele fosse uma criança novamente. Ele é um adulto”, eu reitero, no entanto, era outra palavra que havia sido dito muitas vezes estava começando a perder o seu significado. "Nós dois somos. Como nos conhecemos não importa."

Seus lábios vermelhos achatados em uma linha, e de seu olhar parecia que queria matar alguém. Ela fez esse som em sua garganta, não como uma risada, mais como um ruído de surpresa. "Você é inteligente e corajosa, tem a cabeça no lugar."

Ah... Mas um elogio sarcástico, como tantos outros dessa noite.

Eu tinha a cabeça no lugar já a ela faltava um órgão vital. . . o coração. Ela olhou para mim por alguns momentos mais, e, em seguida, suavemente virou as costas para onde Joe estava de pé.

"Duas perguntas, Demi".

Será que realmente eu estava falando tão baixo? O que deu em mim!

"Sim, senhora".

Ela analisou as unhas e olhou para longe de mim enquanto perguntava, "Você gostaria de almoçar na Quinta-feira”?

Fiquei tão chocada, eu quase engasguei na minha saliva, alguns segundo atrás eu teria realmente perdido a minha cabeça. Com uma pergunta dessas.

Obriguei-me a não dizer: "Hum," e continuei: "Sim. Almoçar. Eu adoraria”.

"Fantástico. E a última coisa. Você quer se casar rápido?”

"Sim, senhora, Nós queremos."

"Você está grávida?"

Eu empalideci e disse com firmeza: "Não. Absolutamente não. Eu não estou... nós não estamos..”.

Eu parei. E Pensei. Tentando lembrar. Queria a minha agenda, mas tinha deixado na Filadélfia. Mas eu me lembro vagamente de anotar uma observação de pegar as receitas para minhas pílulas.

Há quanto tempo foi isso? Nós estávamos trabalhando na peça do Peter Pan e trabalhando a semana todo como loucos. Eu estava tão ocupada.... Caramba.

"Eu-"

Fechei minha boca escancarada e dei um sorriso apertado. Eu balancei minha cabeça e disse: "Não. Está tudo certo”.

Merda. Por que não consigo me lembrar? Isto é o que acontece quando você tenta fazer tudo ao mesmo tempo, quase sem prestar atenção. Uma rotina mecânica.  Tornar-se realmente muito difícil distinguir um dia após o outro.

Sra. Jonas disse: "Ok, então. Vou deixar você voltar para o meu filho”.

Eu assenti com a minha cabeça a mil.

"E Demi?"

Ergui a cabeça e encontrei seu frio olhar novamente.

"Não quebre mais nada, ok?"

"Certo." Eu dei uma risada triste. "É... é claro."

Ela se afastou seus saltos clicando contra o chão de mármore, e deveria me sentir aliviada ao vê-la ir. Eu deveria estar feliz quando Graham e Rowland vieram ao meu encontro para verificar se estava tudo bem, mas eu não sentia nenhuma dessas coisas.

Porque se eu estava lembrando corretamente, eu estava atrasada.

E eu ia passar mal.

"Você não parece bem. Você está pálida."

Rowland e Graham estavam esperando, quando eu saí do banheiro, e eu não sabia se eu queria encontrar Joe ou evitá-lo, se eu queria gritar ou chorar ou vomitar.

"Eu só... Eu preciso sentar por um pouco”.

"Vamos para sala de estar", Graham disse.

Droga. Esse lugar tinha uma sala de estar. Enquanto meus pais estavam orgulhosos do seu recente banheiro remodelado, este lugar era praticamente um palácio.

A sala de estar era ainda melhor pessoalmente do que na minha imaginação. Era muito mais chique com moveis de época. E havia pessoas circulando sem rumo, em pé, conversando, perto das janelas as luxuosas com cortinas que iam do teto ao chão. Encontrei uma espreguiçadeira cor de creme vazia no salão e desabei sobre ela, muito angustiada para me preocupar se iria sujar.

A minha lembrança poderia estar errada. Eu esperava que estivesse errada. Mas a última vez que eu conseguia me lembrar de estar menstruada havia sido na última semana de Peter Pan. Depois disso eu não estava em risco de ficar grávida. E isso foi. . . Há? Seis semanas atrás? Talvez cinco? De qualquer maneira, era mais do que um mês. Mas às vezes as mulheres tinham períodos irregulares, sem estar grávida. Era isso. . . certo?

Eu poderia perfeitamente estar tirando conclusões precipitadas.

Ou poderia ter algo crescendo dentro de mim.

Deus, isso soava tão filme de ficção.

O que eu sei sobre ser uma mãe? O que eu sei sobre alguma coisa? Eu era uma bagunça total. Eu não poderia mesmo fazer meus próprios impostos e taxas ou sobreviver a uma festa de noivado, ou acender uma luz maldita sem quebrar alguma coisa. Como eu poderia dar origem a um outro ser humano?

Meu filho seria tão socialmente inepto que não seria mesmo capaz de andar verticalmente nem falar e completar frases ou conviver com outras pessoas.

Eu daria a luz a uma criança eremita.

Respire. Respire.

Droga. Isso me lembrou muito, muito de Lamaze, e eu me comecei a passar mal novamente.

Se ate meu gato Hamlet me odiava? Como isso poderia acontecer?

Merda. Merda.

Eu realmente só queria gritar que palavra a pleno pulmões, mas provavelmente não era hora nem lugar.

"Ela está bem?"

Eu abri meus olhos para ver uma alta loira, cujas pernas eram de dar inveja. Ela vestia um vestido curto preto com turquesa era basicamente uma modelo de pé em cima de mim, enquanto eu ofegava e tentava não perder o restante conteúdo do meu estômago.

Pelo menos até agora eu estava conseguindo me segurar e agradecia por isso.

"Agora não é uma boa hora, Kayleigh,” disse Graham. "Aconteceu alguma coisa? Eles não terminaram, não é?” Por que ela soa esperançosa?

Rowland falou antes que eu pudesse, "Não ela só esta se sentindo mal. Nos vemos mais tarde, Kayleigh”.

"Oh, ok. Bem, melhoras.”

Eu odiava quando as pessoas diziam isso. Como eu poderia magicamente fazer que isso aconteça. Ou como que eu já não desejo isso desesperadamente. Mas caramba, Obrigado pela recomendação.

Quando ela se foi, eu olhei para Rowland. "Quem era?"

Ele olhou para Graham, e talvez a Sra. Jonas tenha me passado um pouco de perspicácia. "Ela é uma ex?" "Ehh... umm... uhhh..”.

Será que tem como esse dia parar piorar?

"Por que seus pais convidariam uma ex para uma festa de noivado?”

"Bem, Kayleigh é uma amiga da família. Mas estamos supondo que Eileen, mãe de Joe, estava interessada provocar alguns problemas devidos... bem, Kayleigh não é a única.”

"Sério? Quantas?”

Rowland olhou para Graham, novamente, e eu estava a ponto de estrangular ele. Se eu estivesse grávida, eu poderia apenas responsabilizar os hormônios. E alegar insanidade temporária.

"Muitas quantas, Rowland?"

Ele coçou a cabeça. "Bem, não é como se eu tivesse contado.” "Adivinha”.  

"Cara, se Eileen lhe deu alguns dos seus super poderes?" "Rowland," eu rebati.

"Eu não sei.... Dez”.

"Dez?"

Joe tem dez ex-namoradas aqui.

Joe tinha dez ex-namoradas antes que ele tivesse mesmo ido para a faculdade?

E isso foi apenas as que tinham aparecido aqui. Sem dizer quantas mais existiam.

Ei, Universo? Acho que você poderia fazer uma pausa e parar de me jogar essas novidades? Eu iria adorar.  

Levantei-me para voltar para o banheiro quando Joe entrou na sala. "Aí está você. Eu estava um pouco preocupado, pensei que minha mãe tinha matado você e estava escondendo o corpo." Eu não ri.

"Você está bem?", Ele perguntou.

Comecei a acenar com a cabeça quando Graham respondeu: "Ela está se sentindo mal, e ela meio que acabou de conhecer Kayleigh. E Rowland tem uma boca grande".

"Jesus".

Ele estendeu uma mão hesitante para tocar meu ombro.

"Em uma escala de um a dez, como irritada você está?"

Eu pressionei a mão à minha têmpora, onde um pulsar maçante estava começando a formar, e disse: "Cansada".

Rowland disse: "Oh, bem, isso é bom".

Ouvi uma bordoada que eu imaginei Graham foi batendo-lhe de cabeça na cabeça.

Joe atou nossos dedos juntos, e beijou a palma da minha mão. "Vamos lá. Podemos ir deitar e tentar dormir. É um pouco cedo, mas podemos culpar o fuso horário. Ninguém vai sentir nossa falta."

Com apenas as dez ex-namoradas aqui presentes para tentar recupera-lo. Sim, era muito bom pra mim se fossemos para cama cedo.

Eu disse adeus ao Rowland e Graham, e desejava sorte a Rowland a intimidar uma das ex-namoradas. Então, deixei Joe levar-me para fora da sala de jantar, e em direção à escada.

Sua mãe nos interrompeu antes de chegarmos às escadas. "Onde vocês dois estão indo?"

"Demi não está se sentindo bem. E nós estamos cansados por causa do fuso horário. Nós vamos deitar mais cedo. Considerando que acredito que já vimos à maioria das pessoas que se importam conosco."

Eu não olhei nos olhos dela, com medo que ela pudesse ler minha mente com seu estranho olhar questionador.

"Oh, isso é muito ruim. Eu mandei arrumar o quarto de hóspedes para ela."

Joe segurou com força a bagagem e passou por sua mãe, me indicando o caminho.

"Isso não vai acontecer, mãe. Sua bagagem já está lá em cima, e não estamos acostumados a dormir separado." Eu fiquei pálida. Se ele diz isso a meus pais, ele estaria olhando para uma espingarda. "Nós vamos dormir no meu quarto."

Deixei-me olhar para sua mãe. Ela respirou fundo e, em seguida, seus olhos encontraram os meus. Apesar estar passando mal, eu inclinei meus ombros e levantei as sobrancelhas em um olhar que dizia para ela, eu te disse.

Apesar do que não disse, eu não menti totalmente para ela e pode ser que eu estivesse realmente grávida.

Segui Joe subir as escadas, ainda tentando colocar meus pensamentos em ordem, depois desta noite. Devo dizer-lhe? E se a minha memória estivesse errada? Eu não queria assustá-lo por nada.

Eu deveria apenas esperar. Eu continuaria tentando lembrar. Talvez eu tivesse esquecido algo ou estava me lembrando dos dias errados. Ou eu poderia ir comprar um teste.

Sim. Isso é o que eu deveria fazer. . . Para ter certeza.

Eu queria tanto escovar os dentes que eu nem falei com Joe chegando ao quarto corri para o banheiro, para verificar se eu ainda tinha alguma coisa no estomago para colocar pra fora.

Joe bateu na porta uns minutos mais depois, quem diria que eu estaria tão disposta a ficar menstruada.

Sua voz era suave, hesitante. "Você. Você está bem, amor?"

"Sim. Eu estou bem. Eu já vou sair, apenas um segundo."

Eu tomei uma respiração profunda. Não havia nenhuma razão para entrar em pânico, ainda. Eu disse Eileen que eu era uma adulta, e me senti bem para enfrentá-la. Era especialmente importante que eu agisse como uma agora. Porque se eu estivesse... se eu estava grávida, haveria um monte de coisas em jogo, muito mais do que uma simples visita para conhecer os pais e quebrar um vaso.

Então, amanhã eu iria fazer um teste de gravidez. As pessoas faziam toda a hora. E dava negativo todo o tempo. Hoje à noite eu só precisava para relaxar a cabeça e começar descansar um pouco. Só me faria passar mal outra vez se me preocupasse com isso.

A porta do banheiro rangeu uma vez que se abriu e Joe virou de onde ele estava trocando de roupa. Ele estava colocando calças de pijama sobre seus quadris, e se isso Não era a maneira perfeita para limpar os meus pensamentos, eu não sabia o que era.

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Oi, gente! Tudo bom? Eu vou bem, morrendo de calor aqui' Gostara do capítulo? Estão gostando da fic? Não ta parecendo... Tivemos 94 visualizações e só 4 comentários... Bom, relaxem, só temos mais três capítulos pela frente e depois vem a nova fic! Posso adiantar q já li e ela é perfeita! Haha' Nathalia perguntou pq a postagem do capítulo 6 foi atualizada; bom, vcs se desesperaram por eu n saber qd voltar e eu expliquei, foi isso c: NÃO ACREDITO Q TEM GENTE Q CONHECE A MARINA AQ ♥ Jemi Fics, qual seu nome, amor? ashasgf Se falaram q tu ficou parecida, ent tu deve ser linda *~* Enfim, comentem! Só posto o próximo com 5 ou mais comentários, ok? Bj bj bj ♥ Bruna c: